Domingo de manhã. Você abre o aplicativo do banco com a outra pessoa do seu lado, o café na mesa, e vê três faturas vermelhas, um empréstimo e uma conta vencida. Vocês dois trabalham, vocês dois ganham, e ainda assim o domingo começa com a pergunta que ninguém quer fazer em voz alta: pra onde vai o dinheiro agora?
A resposta não é que vocês não se esforçam. Vocês pagam todo mês, mas pagam espalhado, um pouco em cada dívida, na ordem do susto. Enquanto isso, a dívida de juros mais altos continua intacta, comendo o resto do caixa. Vocês remam, e o barco anda pra trás. Não por falta de esforço. Por falta de ordem.